Hoje nas notícias: seguros, Galp e eletrodomésticos

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  • 8:08

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

Uma auditoria do Tribunal de Contas revela que a Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões gastou quase um milhão de euros a mais em salários pagos a administradores e outros membros devido à inércia do Governo em renovar mandatos da entidade reguladora dos seguros. O Governo pode vir a exigir garantias à operação entre a Galp e a Moeve para não colocar entraves ao negócio. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta sexta-feira.

Regulador dos seguros tem um milhão de euros em salários ‘ilegais’

Uma auditoria do Tribunal de Contas (TdC) ao financiamento da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF) concluiu que esta entidade gastou quase um milhão de euros a mais, face ao que deveria ter pago, em salários dos seus administradores e membros da Comissão de Fiscalização, o que se deveu à inércia do Governo, tanto o atual como o anterior, na renovação de mandatos dos órgãos sociais do supervisor dos seguros. O TdC destaca o facto de que a ASF teria poupado 561 mil euros em remunerações com três membros do Conselho de Administração (José Almaça, Maria Nazaré e Filipe Serrano) não fosse a inércia de vários governantes em substituir os administradores do regulador.

Leia a notícia completa no Expresso (acesso pago).

Governo procura condicionar negócio entre Galp e Moeve

Para não colocar entraves ao negócio entre ambas, o Governo poderá exigir garantias à Galp e à Moeve, que podem passar pela exigência de cláusulas entre as duas petrolíferas que assegurem que a refinaria de Sines não será vendida no futuro ou que as empresas continuam a investir no desenvolvimento desta unidade, numa espécie de acordo parassocial. Caso contrário, o Executivo pode recorrer a uma “lei travão” à venda de ativos estratégicos, embora seja preciso provar, nesse caso, ameaças à refinaria e ao país. Trata-se de uma espécie de ‘bomba atómica’ que dá armas ao Governo em funções para travar a venda de ativos estratégicos do país, visando impedir que investidores de fora da União Europeia metam a mão em setores cruciais, como a energia. No caso deste negócio, o que está em causa é que a espanhola Moeve é controlada pelo fundo soberano de Abu Dhabi (Mubadala), com mais de 61%, e pelo fundo norte-americano Carlyle Group, com 38%.

Leia a notícia completa no Jornal Económico (acesso pago).

Governo muda regras do E-Lar após fraudes na troca de fogões e placas a gás

O Ministério do Ambiente e da Energia decidiu alterar as condições de acesso ao E-Lar após ter conhecimento de que há beneficiários do programa que estão a contornar as regras e a tentar adquirir equipamentos elétricos sem ter um a gás para a troca ou a candidatar-se mesmo tendo equipamentos elétricos em casa. Agora, o regulamento do programa passa a contemplar o pagamento do transporte ao retalhista que encontrar um eletrodoméstico elétrico na casa do cliente e a proibição, durante três anos, de concorrer aos apoios da Agência para o Clima para quem cometer esta infração.

Leia a notícia completa no Jornal de Notícias (acesso pago).

Centros de saúde privados aliciam médicos com salários altos e bónus a quem referenciar colegas

Já há empresas a apresentar propostas aos concursos das unidades de saúde familiar geridas por privados (USF-C) e a recrutar profissionais de saúde com ofertas aliciantes, como por exemplo um prémio de mil euros em cartão aos médicos que referenciarem colegas que venham a assinar contrato. No caso das USF-C da região de Leiria e do Oeste (Torres Vedras), a empresa Knok, especializada em soluções digitais como a videoconsulta, está a propor remunerações mensais acima dos 7.200 euros ilíquidos, sem contar com os incentivos financeiros que os médicos podem começar a auferir ao fim de um ano. A isto acrescem cerca de 200 euros de subsídio de alimentação e seguro de saúde.

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Sauditas interessados nas grandes obras lamentam falta de acesso às oportunidades

De visita esta semana a Portugal, no seio de uma delegação de 15 decisores públicos, líderes empresariais e investidores sauditas, o presidente do Conselho Empresarial Arábia Saudita-Portugal diz que as empresas do seu país “estão muito interessadas em investir nos grandes projetos em Portugal”, tais como a alta velocidade, as concessões portuárias ou o novo aeroporto. No entanto, lamenta a dificuldade que têm em “aceder às oportunidades”. A questão, segundo Alwalid Albatan, não tem a ver com a velocidade desses processos, mas sim com o facto de não receberem “qualquer informação sobre as oportunidades de investimento”. O responsável considera que Portugal deveria ter “uma plataforma” com toda essa informação, como existe na Arábia Saudita, em que é possível “conhecer todas as oportunidades lançadas pelo Governo e as datas das candidaturas”.

Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago).

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