Rendas das casas sobem até 2,56% em 2027
A inflação que serve de base à atualização das rendas das casas fixou-se nos 2,56% em agosto, de acordo com a estimativa rápida divulgada esta segunda-feira pelo INE.
A partir de 1 de janeiro de 2027, as rendas poderão subir até 2,56% caso os senhorios assim o pretendam. A inflação que serve de base para calcular o coeficiente de atualização anual das rendas fixou-se nesse valor em agosto, de acordo com os dados divulgados esta segunda-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
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A média anual do Índice de Preços no Consumidor (IPC) exceto habitação é utilizada para fazer o cálculo do coeficiente de atualização anual dos diversos tipos de arrendamento, incluindo para habitação. Para o próximo ano, os proprietários podem fazer aumentos ligeiramente mais expressivos em relação ao ano corrente, quando o aumento chegou aos 2,24%.
Confirmando-se este valor, significa que uma renda atual no valor de 800 euros poderá agravar-se 20,46 euros no início do próximo ano, enquanto um inquilino que pague 1.000 euros de renda pode passar a ter uma renda 1.025,60 euros por mês.

A inflação homóloga em Portugal, medida pela variação do IPC, acelerou em agosto para 3,3%, mais 0,3 pontos percentuais (p.p.) do que a registada no mês anterior, segundo a estimativa rápida foi divulgada esta segunda-feira pelo INE e representa um regresso da aceleração da inflação, após dois meses de travagem.
A variação do índice relativo aos produtos energéticos aumentou para 12,2% (face a 8,7% no mês anterior), adiantou o instituto, enquanto o índice referente aos produtos alimentares não transformados registou uma variação de 3,4% (3,7% em julho).
(Notícia atualizada às 11h47 com mais informação)
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