Web Summit: Já se conhecem os oito finalistas do concurso da Microsoft

A empresa já escolheu as oito finalistas do concurso que vai selecionar uma startup para acompanhar a empresa no Web Summit. Mas "pelo menos mais 30 podiam ter sido escolhidas".

A Microsoft vai estar presente no WebSummit — mas não quer estar sozinha. A multinacional está à procura de companhia e, por isso, tem promovido uma competição para selecionar uma startup que terá direito a um showcase no stand da empresa no evento.

Entre 140 concorrentes, a Microsoft escolheu as oito finalistas: Line Health, Eat Tasty, Xhockwave, Define Crowd, Peta Pilot, Top Dox, Pro Drone e Prodsmart. Uma delas irá estar ao lado da Microsoft em Lisboa, entre 7 e 10 de novembro, naquele que é considerado um dos maiores eventos de tecnologia e empreendedorismo do mundo.

Foi extremamente difícil selecionar as oito finalistas uma vez que o nível era muito elevado. Havia pelo menos mais 30 que poderiam ter sido escolhidas, o que prova a crescente qualidade do ecossistema português de startups.

Jason Nadal

Diretor de Desenvolvimento e Empreendedorismo da Microsoft Portugal

Para a seleção das oito finalistas pesaram critérios como “a qualidade dos produtos, a oportunidade e atualidade do problema que pretendem resolver, o modelo de negócio e a qualidade da equipa”, explica a multinacional. Por isso, não é de estranhar que, segundo a Microsoft, as cerca de 140 concorrentes tenham sido microempresas com uma “visão do negócio bem definida e “uma equipa estável e a trabalhar a tempo inteiro”.

A vencedora do programa Journey to the Web Summit, realizado em conjunto com a embaixada norte-americana em Portugal, terá ainda outro benefício: direito a “um ano de residência num acelerador em Boston ou apoio legal para criar uma entidade nos Estados Unidos”, avançou a Microsoft em comunicado.

O próximo passo do concurso acontecerá já a 18 de outubro, dia em que será conhecido o vencedor. A iniciativa começará com “um conjunto de sessões”, aplicadas ao mercado norte-americano, “sobre como fazer crescer um negócio”, a decorrer na sede da Microsoft Portugal.

Uma carta aos nossos leitores

Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

Aqui, no ECO, estamos a trabalhar 24 horas vezes 24 horas para garantir que os nossos leitores têm acesso a informação credível, rigorosa, tempestiva, útil à decisão. Para garantir que os milhares de novos leitores que, nas duas últimas semanas, visitaram o ECO escolham por cá ficar. Estamos em regime de teletrabalho, claro, mas com muita comunicação, talvez mais do que nunca nestes pouco mais de três anos de história.

  • Acompanhamos a cobertura da atualidade, porque tudo é economia.
  • Escrevemos Reportagens e Especiais sobre os planos económicos e as consequências desta crise para empresas e trabalhadores.
  • Abrimos um consultório de perguntas e respostas sobre as mudanças na lei, em parceria com escritórios de advogados. Contamos histórias sobre as empresas que estão a mudar de negócio para ajudar o país
  • Escrutinamos o que o Governo está a fazer, exigimos respostas, saímos da cadeira (onde quer que ele esteja) ou usamos os ecrãs das plataformas que nos permitem questionar à distância.

O que queremos fazer? O que dissemos que faríamos no nosso manifesto editorial

  • O ECO é um jornal económico online para os empresários e gestores, para investidores, para os trabalhadores que defendem as empresas como centros de criação de riqueza, para os estudantes que estão a chegar ao mercado de trabalho, para os novos líderes.

No momento em que uma pandemia se transforma numa crise económica sem precedentes, provavelmente desde a segunda guerra mundial, a função do ECO e dos seus jornalistas é ainda mais crítica. E num mundo de redes sociais e de cadeias de mensagens falsas – não são fake news, porque não são news --, a responsabilidade dos jornalistas é imensa. Não a recusaremos.

No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

É por isso que precisamos de si, caro leitor. Que nos visite. Que partilhe as nossas notícias, que comente, que sugira, que critique quando for caso disso. O ECO tem (ainda) um modelo de acesso livre, não gratuito porque o jornalismo custa dinheiro, investimento, e alguém o paga. No nosso caso, são desde logo os acionistas que, desde o primeiro dia, acreditaram no projeto que lhes foi apresentado. E acreditaram e acreditam na função do jornalismo independente. E os parceiros anunciantes que também acreditam no ECO, na sua credibilidade. As equipas do ECO, a editorial, a comercial, os novos negócios, a de desenvolvimento digital e multimédia estão a fazer a sua parte. Mas vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo de qualidade.

Em breve, passaremos ao modelo ‘freemium’, isto é, com notícias de acesso livre e outras exclusivas para assinantes. Comprometemo-nos a partilhar, logo que possível, os termos e as condições desta evolução, da carta de compromisso que lhe vamos apresentar. Esta é uma carta de apresentação, o convite para ser assinante do ECO vai seguir nas próximas semanas. Precisamos de si.

António Costa

Publisher do ECO

Comentários ({{ total }})

Web Summit: Já se conhecem os oito finalistas do concurso da Microsoft

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião