A manhã num minuto

  • Rita Frade
  • 19 Junho 2018

Não sabe o que se passou durante a manhã? Fizemos um vídeo que reúne as notícias mais relevantes, em apenas um minuto.

A PWC, auditor da SAD, diz à CMVM que as rescisões dos jogadores “mais valiosos” são uma “ameaça concreta em relação à continuidade das operações da Sporting SAD“. Capitais próprios passam a negativo. A CGD está no mercado para tentar atrair investidores para a sua emissão de 500 milhões de euros. Uma operação que está a despertar o interesse de dezenas de investidores internacionais.

A informação faz parte de um comunicado publicado pela SAD do Sporting na Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) esta madrugada, às 2h48.

A Caixa está em roadshow para apresentar a sua emissão de capital Tier2 de 500 milhões de euros. Depois de Lisboa, está esta terça-feira em Paris e amanhã segue para Londres. Uma operação que está a ser bem recebida pelos investidores institucionais. Segundo apurou o ECO, a emissão tem despertado o interesse de “largas dezenas de investidores”.

O BCP quer expandir a sua presença na Polónia. O Bank Millennium, detido maioritariamente pelo banco liderado por Nuno Amado, está na corrida à unidade polaca do Société Générale, numa tentativa de expandir a sua atividade no país.

Mario Draghi assegurou em Sintra que o Banco Central Europeu (BCE) vai ser paciente na subida das taxas de juro e disse que a normalização da política monetária vai ser gradual para se ajustar às incertezas que ameaçam o crescimento económico e a inflação na Zona Euro.

Num novo relatório apresentado esta terça-feira, em Bruxelas, com recomendações para a Zona Euro, a OCDE pede, em particular, a realização “com rapidez” de avanços na união bancária, incluindo a redução e a partilha de riscos.

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Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

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