A tarde num minuto
Não teve tempo de ler as notícias esta tarde? Fizemos um best of das mais relevantes para que fique a par de tudo o que se passou, num minuto.
O BCE cortou dos 2,1% para 2% as projeções de crescimento para este ano. Para 2019, baixou a previsão de 1,9%, para 1,8%, mantendo apenas a previsão para 2020 nos 1,7%. Se, em 2008, “os reguladores não estavam preparados para pressentir ou prever a crise“, hoje, caem no exagero para evitar uma nova crise. Quem o defende é Maria Cândida Rocha e Silva, do Carregosa.
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O Banco Central Europeu decidiu rever em baixa as suas projeções para o crescimento da Zona Euro, enumerando o aumento do protecionismo e a volatilidade dos mercados financeiros como fatores que podem pesar no desempenho da economia do euro.
Onde estava quando o Lehman Brothers faliu? A meio de um “caminho em contraciclo” com o que era percorrido pelo banco norte-americano que acabou por colapsar, Maria Cândida Rocha e Silva vivia dias de “entusiasmo” quando a maior falência da história deu entrada na justiça norte-americana. A fundadora e presidente do conselho de administração do Banco Carregosa acabara de receber, dois meses antes, a licença bancária que autorizou a passagem da antiga casa de câmbios L. J. Carregosa a banco, mas o momento não deixava de ser pesado.
Depois de um verão marcado por queixas e cancelamentos de voos, a TAP está agora empenhada numa nova estratégia de crescimento, que pretende pôr fim aos problemas que a companhia aérea tem enfrentado. Um dos principais desafios da empresa, e que foi aliás o grande motivo das queixas, é a questão da pontualidade.
Os clientes que ligam para números de operadoras diferentes deixam de ser alertados para essa informação a partir desta quinta-feira, como acontecia no início da chamada, sendo que se o quiserem manter têm de contactar as empresas.
“Não. Muito honestamente, ainda não consegui perceber” a agenda económica de Rui Rio, responde o presidente da CIP na entrevista ao ECO24, conduzida pelos jornalistas Pedro Pinto e António Costa, que passa esta noite, a partir das 23h20, na TVI24. “Gostaria que o PSD, independentemente das suas lideranças, se assumisse como um partido assertivo, porque também aí, em sede parlamentar, a democracia também exige uma oposição forte e assertiva… E ela tem sido, lamentavelmente, inexistente”, afirmou o patrão dos patrões.
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