Hoje nas notícias: IMI, trabalho e obstetrícia

  • ECO
  • 30 Dezembro 2025

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

A maioria das autarquias do país optou por cobrar a taxa mínima de 0,3% do IMI em 2026. Há cerca de 1,5 milhões de trabalhadores com um valor de salário base não superior ao futuro salário mínimo. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta terça-feira.

Mais de metade dos municípios cobram em 2026 taxa mínima no IMI

Mais de metade dos 308 municípios do país vai cobrar a taxa mínima do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) prevista na lei (ou seja, 0,3%) no próximo ano, de acordo com a informação comunicada ao Portal das Finanças ou tornada pública pelas próprias autarquias. Entre as poucas que decidiram subir face ao cobrado este ano destaca-se Oeiras, que, de um ano para o outro, passou do valor mínimo ao máximo, esperando arrecadar mais 17,7 milhões de euros com o aumento. Oeiras junta-se, assim, aos municípios da Nazaré e do Cartaxo (que manteve a decisão do ano passado), onde se terá de pagar em 2026 o IMI à taxa de 0,45%.

Leia a notícia completa no Correio da Manhã (acesso pago).

Cerca de 1,5 milhões de trabalhadores ganham até 920 euros

Cerca de 1,5 milhões de trabalhadores recebiam, no segundo trimestre deste ano, uma remuneração base inferior a 920 euros por mês, ou em linha com este valor – que será o salário mínimo nacional no próximo ano –, o que equivale a 35% do total de trabalhadores dependentes, segundo dados da Segurança Social solicitados ao Ministério do Trabalho. Entre abril e junho, período mais recente para o qual há dados disponíveis, “existiam cerca de 20,5% (mais de 870 mil) trabalhadores a auferir a retribuição mínima mensal garantida (RMMG) e um número inferior a 15% (menos de 640 mil) a auferir mais que a RMMG e até ao valor de 920 euros”, detalha fonte da tutela.

Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago).

Novo modelo de obstetrícia prevê 3,3 milhões para incentivos a profissionais

A estimativa do Governo aponta para que os centros de elevado desempenho de ginecologia e obstetrícia (CED Ob-Gin), um modelo que pretende reforçar a atratividade e a retenção de obstetras no Serviço Nacional de Saúde (SNS) e garantir o funcionamento permanente das urgências de obstetrícia, vão custar 3,3 milhões de euros por ano. A despesa prevista resulta, em grande parte, dos incentivos que serão pagos aos profissionais de saúde. Os médicos, por exemplo, vão poder receber até 50% da sua remuneração base, o que corresponde a mais cerca de 1.700 euros por mês para quem está em início de carreira no regime de dedicação plena. Os enfermeiros poderão ganhar até 30% da sua remuneração base, enquanto os técnicos auxiliares de saúde podem somar até mais 20% e os assistentes técnicos mais 15%.

Leia a notícia completa no Público (acesso pago).

Restauração teve ano negro com quebra de 20% no Natal e réveillon

O aumento dos custos e a quebra na procura motivaram o encerramento de mil restaurantes nos últimos meses, adensando a crise no setor. Mesmo o período da época festiva do mês de dezembro ficou aquém das expectativas, pressionada por um recuo de 20% nas reservas face a 2024, segundo o presidente da ProVar, Associação Nacional de Restaurantes. Daniel Serra justifica que as famílias e os grupos de amigos estão a optar, cada vez mais, por se reunirem em quintas de eventos e hotéis em detrimento dos restaurantes. “Estes espaços geralmente oferecem o jantar com animação a um preço fechado, que são opções que não estão disponíveis nos restaurantes e as pessoas acabam por preferir estes locais”, afirma.

Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso pago).

Há 80 hotéis à venda e a maior parte está em Faro, Lisboa e Porto

O setor hoteleiro continua a afirmar-se como um dos segmentos mais dinâmicos do investimento imobiliário, com 80 hotéis à venda em apenas cinco distritos do país. De acordo com os dados mais recentes do Idealista, relativos a outubro, o distrito de Faro lidera a oferta, com 24 unidades à venda, seguido de Lisboa (20) e Porto (19), refletindo o crescimento sustentado do turismo e as taxas de rentabilidade associadas aos imóveis turísticos. No Alentejo, os distritos de Évora (nove) e Beja (oito) completam o ranking. Estes números confirmam que, apesar da crescente atratividade do interior do país, Lisboa, Porto e Algarve continuam a concentrar a maior fatia da oferta hoteleira, mantendo-se como os principais polos de interesse para investidores.

Leia a notícia completa no Jornal de Notícias (acesso pago).

Assine o ECO Premium

No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso.

De que forma? Assine o ECO Premium e tenha acesso a notícias exclusivas, à opinião que conta, às reportagens e especiais que mostram o outro lado da história.

Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e credível.

Comentários ({{ total }})

Hoje nas notícias: IMI, trabalho e obstetrícia

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião