Consumo

Comprar casa ou pedir crédito ao consumo vai exigir contas mais rigorosas a partir de agosto, com a taxa de esforço máxima a descer para 45% e a margem de exceções dos bancos a ficar mais apertada.

Mais de metade do crédito para a aquisição de carro, viagens, eletrodomésticos ou educação já passa pelas mãos de um intermediário de créditos. Banco de Portugal dá conta de uma “mudança" no mercado.

As crianças no retalho

Solange Farinha,