Colquímica Adhesives, EDP, Google e Marriott distinguidas pela Câmara do Comércio Americana

Daniela Braga, CEO e fundadora da DefinedCrowd, recebeu o prémio Personalidade do ano e Carlos Rodrigues, antigo presidente da Amcham Portugal, recebeu o Prémio Carreira.

A Colquímica Adhesives, a EDP, a Google Portugal e o Marriott foram esta quinta-feira galardoados pela Amcham Portugal, a Câmara de Comércio Americana em Portugal, pelo seu contribuído no reforço das relações económicas e comerciais entre Portugal e os Estados Unidos.

Em causa estão os quatro “AmCham Tributes” entregues esta quinta-feira na gala comemorativa do 70º aniversário da Amcham Portugal, que visam reconhecer empresas, instituições e personalidades que contribuíram para aproximar Portugal e os EUA, nomeadamente através do setor económico e social.

João Pedro Koehler, CEO da Colquímica Adhesives, diz-se “honrado” pela distinção e garante que a empresa “está em sintonia total com os valores defendidos pelos EUA”, nomeadamente nos valores democráticos e no “respeito pelas liberdades individuais”. “Estamos certos que os nossos produtos, a nossa tecnologia e também a nossa forma de estar e simpatia vão contribuir para elevar a excelência das empresas portuguesas nos EUA”, afirmou, após a entrega do prémio.

Ao mesmo tempo, Rui Teixeira, CFO do grupo EDP, destacou que a distinção é o “reconhecimento do trabalho realizado desde 2016-2017”, apontando que os EUA são “um mercado com risco de retorno” elevado, pelo que o grupo quer continuar a investir nesse mercado.

Por outro lado, Bernardo Correia, country manager da Google Portugal, diz acreditar que “Portugal pode ser a ponte entre os EUA e a Europa” e que o território nacional “é o país certo para investir”. Já Elmar Derkitsch, diretor geral do Marriott, enalteceu o papel do grupo no apoio à comunidade durante a pandemia, nomeadamente através do acolhimento de vários profissionais de saúde nos seus hotéis.

Além dos quatro “AmCham Tributes” e para assinalar os 70 anos da Câmara do Comércio Americana em Portugal este ano foi criado o prémio “The Most Engaged Member”. Esta distinção foi entregue à Fundação Luso-americana para o Desenvolvimento (FLAD). Para Rita Faden, presidente desta fundação, a relação entre Portugal e os EUA “é muito forte”, sendo que, a sua ver, “o trabalho de aproximar os dois países é um trabalho conjunto e envolve o esforço de muitas instituições”.

Nesta sétima edição de entrega de prémios, Daniela Braga, CEO e fundadora da DefinedCrowd, recebeu o prémio Personalidade do ano, ao passo que Carlos Rodrigues, antigo presidente da Amcham Portugal recebeu o Prémio Carreira, pelo seu longo percurso no setor bancário. “A única coisa que posso dizer é que fiz por cumprir aquilo que era a minha obrigação durante os 17 anos de Câmara. Sinto-me muito honrado por isso, mas ainda mais por este prémio”, disse.

A cerimónia terminou com o discurso do ministro dos Negócios Estrangeiros, que referiu que as distinções são a prova vida da “densidade e intensidade” das relações bilaterais entre Portugal e os EUA, enaltecendo o pilar histórico, geográfico, bem como de aliança entre os países. “Para além de países vizinhos somos aliados dos bons e dos maus momentos e essa aliança faz-se no quadro da NATO, mas também no quadro de defesa e segurança bilateral”, disse.

Assine o ECO Premium

No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso.

De que forma? Assine o ECO Premium e tenha acesso a notícias exclusivas, à opinião que conta, às reportagens e especiais que mostram o outro lado da história.

Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e credível.

Biden diz que EUA “estão a considerar” boicote a Pequim 2022

  • Lusa
  • 18 Novembro 2021

Os Jogos Olímpicos de Inverno Pequim 2022 estão marcados de 4 a 20 de fevereiro do próximo ano. Participação norte-americana divide Congresso dos EUA.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse esta quinta-feira que o país está “a considerar” um boicote diplomático dos Jogos Olímpicos de Inverno Pequim 2022, como forma de protestar contra a violação de direitos humanos em solo chinês.

“É algo que estamos a considerar”, declarou Biden em Washington, quando questionado sobre se o governo estava a considerar não enviar qualquer representante à competição.

Deixando claro que os atletas poderão competir, o presidente não deixou de parte um possível boicote diplomático a todas as outras formas de representação.

A China tem reagido com termos fortes a quaisquer menções de boicote, há muito pedido por associações e organizações não-governamentais, sobretudo dado o tratamento da população uigur em Xinjiang, que os norte-americanos denunciam como uma situação de “genocídio”.

Também poderá abrir nova frente de tensão diplomática entre as duas superpotências mundiais, apenas dias depois de um encontro entre presidentes, com Biden e Xi Jinping a discutirem “salvaguardas” que possam evitar um conflito.

Pequim 2022 decorrerá de 4 a 20 de fevereiro do próximo ano, na capital chinesa, e a participação no evento tem dividido a política norte-americana, com vários projetos no Congresso destinados quer a sancionar empresas que apoiem o evento quer a instar a um boicote total.

Se os representantes políticos se dividem, com uma decisão final e oficial esperada para o final do mês, o Comité Olímpico Norte-Americano pediu para que não se punam os atletas após quase dois anos de pandemia de covid-19, além de lembrar o boicote em Moscovo1980, entre outros, como “um erro”, dada a transformação do desporto numa “ferramenta política”.

Assine o ECO Premium

No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso.

De que forma? Assine o ECO Premium e tenha acesso a notícias exclusivas, à opinião que conta, às reportagens e especiais que mostram o outro lado da história.

Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e credível.

Carro da Apple conduz Wall Street a novos recordes

O S&P 500 e o Nasdaq fecharam em máximos históricos, assim como a Apple. Bloomberg garante que a fabricante do iPhone acelerou os planos para desenvolver um veículo elétrico.

As bolsas norte-americanas encerraram mistas esta quinta-feira, com o S&P 500 e o Nasdaq a fecharem a sessão em níveis recorde. Já o industrial Dow Jones recuou pelo segundo dia consecutivo, face à escalada dos preços da energia e receios quanto à subida da inflação.

Os investidores estão mais otimistas na tecnologia, levando a Apple a atingir um máximo histórico. A Bloomberg assegura que a empresa acelerou os planos para desenvolver um automóvel elétrico e totalmente autónomo, que poderá chegar às estradas em 2025. À luz desta notícia, a empresa subiu 2,87%, para 157,89 dólares por ação.

O avanço de uma das cotadas de maior peso levou o S&P 500 e o Nasdaq a registarem novos recordes de fecho. O S&P 500 subiu 0,32%, para 4.703,05 pontos; o Nasdaq somou 0,43%, para 15.990,56 pontos; o Dow Jones recuou 0,19%, para 35.863,95 pontos, sucumbindo ao peso da Cisco, cujos títulos encolheram 5,51%, para 53,63 dólares.

A Visa voltou a estar sob pressão, cedendo 0,84%, para 203,33 dólares. A empresa de pagamentos prolonga assim a queda iniciada na sessão anterior, depois de terem surgido sinais de grande deterioração na relação da Visa com um dos parceiros de maior peso, a Amazon.

“À parte da política da Fed ou de grandes desilusões com resultados, penso que há solo bastante estável por baixo de nós, mas os mercados podem ser instáveis e continuar prudente é o principal conselho”, disse à Reuters Eric Metz, administrador com o pelouro do investimento na SpiderRock Advisors, em Chicago.

Assine o ECO Premium

No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso.

De que forma? Assine o ECO Premium e tenha acesso a notícias exclusivas, à opinião que conta, às reportagens e especiais que mostram o outro lado da história.

Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e credível.

Sporting obrigado a regularizar contas com BCP e Novo Banco até final do ano

  • Lusa
  • 18 Novembro 2021

A SAD ‘leonina’ falhou o reforço das ‘contas reserva’ acordadas com os dois bancos, no valor de 16,2 milhões de euros, segundo o prospeto do empréstimo obrigacionista.

A Sporting SAD tem que regularizar a situação financeira junto dos credores BCP e Novo Banco até 31 de dezembro deste ano, segundo a informação esta quinta-feira disponibilizada ao mercado no lançamento do empréstimo obrigacionista de 30 milhões de euros.

Isto, depois de a SAD ‘leonina’ ter falhado o reforço das ‘contas reserva’ acordadas com os dois bancos em 30 de setembro de 2020 e em 30 de setembro de 2021, no montante total de 16,2 milhões de euros, e que se destinavam à compra de Valores Mobiliários Obrigatoriamente Convertíveis (VMOC) em ações ordinárias (categoria B) da Sporting SAD.

Além disso, a SAD ‘verde e branca’ tinha a obrigação de reembolso, em 15 de junho de 2020, de dívida e juros num valor próximo de 600 mil euros referentes ao próprio clube, um reembolso “que não foi realizado”, mas que se encontra garantido pelo emitente (Sporting SAD) por ser solidariamente responsável, lê-se no prospeto da operação disponibilizado através da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

“No entanto, o Millennium BCP e o Novo Banco, S.A. concederam um ‘waiver’ [dispensa] até ao final deste ano para regularizar as obrigações de reforço das ‘contas reserva’ do emitente e as obrigações do SCP [Sporting Clube de Portugal] de reembolso de dívida e juros”, avançou a Sporting SAD no documento.

Através do prospeto, a SAD sportinguista adiantou ainda que, paralelamente, em março de 2021, “foi alcançado um entendimento” com o BCP e o Novo Banco para “realizar um processo competitivo de venda dos seus créditos e de cessão da posição no Acordo Quadro”, que foi celebrado com ambas as entidades bancárias em 14 de novembro de 2014 e aditado em 09 de outubro de 2019, definindo novas condições de financiamento e refinanciamento da Sporting SAD.

Segundo os ‘leões’, este entendimento inclui os VMOC, garantindo ao emitente o direito de preferência na venda desses créditos, no seguimento do previsto no Acordo Quadro.

Porém, caso a Sporting SAD não regularize as obrigações de reforço das ‘contas reserva’ até ao final deste ano, e caso não se conclua o processo de venda destes créditos, incluindo os VMOC, nem seja alcançado um acordo entre as partes para a alteração do Acordo Quadro, o BCP e o Novo Banco “têm a faculdade de acionar os mecanismos jurídicos previstos no Acordo Quadro e tal afetará materialmente a situação financeira do emitente e o cumprimento dos compromissos financeiros assumidos”, sublinharam os ‘verde e brancos’.

A Sporting SAD tem atualmente duas emissões de 55.000.000 e 80.000.000 VMOC, com valor nominal de um euro e valor nominal total de 135 milhões de euros, que se vencem em dezembro de 2026, e cujos reembolsos se realizarão exclusivamente através da conversão do respetivo valor nominal em novas ações da Sporting SAD a emitir para o efeito.

“O emitente constitui-se solidariamente responsável, em conjunto com o SCP e a Sporting SPGS, pelo cumprimento dos contratos de financiamento celebrados por essas entidades. O valor das obrigações garantidas das referidas entidades do Grupo Sporting, incluindo dívida e VMOC, ascendia, com referência a 30 de setembro de 2021, a 147.179 milhares de euros [147 milhões de euros]”, assinalou a SAD ‘leonina’.

Assine o ECO Premium

No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso.

De que forma? Assine o ECO Premium e tenha acesso a notícias exclusivas, à opinião que conta, às reportagens e especiais que mostram o outro lado da história.

Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e credível.

APS e ISCAL juntos em curso de finanças para o setor segurador

  • ECO Seguros
  • 18 Novembro 2021

Um curso online pós-laboral vai dar formação completa em contabilidade, fiscalidade e planeamento no setor segurador. Começa em 30 de novembro e decorre até junho do próximo ano.

Como resultado de um protocolo estabelecido entre a Associação Portuguesa de Seguradores – APS e o ISCAL – Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa, vai ter início no próximo dia 30 de novembro o Curso de especialização em contabilidade, fiscalidade e planeamento no setor segurador.

O curso beneficia do conhecimento e ligação ao mercado da APS e da experiência profissional e longa prática letiva do corpo docente do ISCAL . O programa formativo assenta em módulos interdependentes realizados a distância, complementados com workshops presenciais, e irá decorrer entre até 9 de junho de 2022, usualmente às 3ª e 5ª feiras das 19.00h às 22.00h, num total de 130 horas letivas.

A avaliação do curso compreenderá uma vertente de participação nas aulas e trabalhos. Aos participantes será atribuído no final do curso um Certificado de Conclusão ou um Certificado de Frequência no caso de efetuar a inscrição em módulos isolados.

Todas as informações podem ser vistas aqui.

Assine o ECO Premium

No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso.

De que forma? Assine o ECO Premium e tenha acesso a notícias exclusivas, à opinião que conta, às reportagens e especiais que mostram o outro lado da história.

Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e credível.

Crescimento dos seguros vai desacelerar em 2022-23

  • ECO Seguros
  • 18 Novembro 2021

Economia global e perspetivas para o negócio segurador apontam desaceleração nos próximos dois anos. Previsão da Swiss Re coloca região EMEA e seguros Vida em crescimento mais moderado.

Assinado por 11 economistas e analistas da resseguradora suíça, o documento (sigma 5/2021) antecipa clara desaceleração do crescimento na região EMEA (Europa, Médio Oriente e África), onde após 4,9% de incremento estimado em 2021 (combinado de prémios seguro Vida e não-Vida) sucederá taxa média de 2,0% nos próximos dois anos (2022 e 2023). O ramo Vida que, após subida estimada de 6,9% em 2021, deve sofrer travagem para avançar apenas 1,7% no horizonte do forecast.

Apesar destes sinais, o Swiss Re Institute prevê que a procura de seguros cresça globalmente, em 2022 e 2023, a uma taxa superior à tendência de longo prazo, perspetivando evolução positiva para o volume global de prémios de seguros e a antecipar crescimento de 3,3% em 2022 e 3,1% em 2023 (3,2% no conjunto dos dois anos).

Projeção de crescimento real nos prémios de seguro

Os economistas da resseguradora suíça identificam tendências estruturais, três “D” que deverão moldar as perspetivas de longo prazo: Divergência, Digitalização e Descarbonização:

Divergência crescente dentro e entre países na recuperação económica, riqueza, rendimento e oportunidade socioeconómica “é um motivo de preocupação. Estas divergências tornam a recuperação frágil”.
Digitalização poderá confirmar-se como “chave” para um maior crescimento da produtividade para um progresso rápido é vital.
Descarbonização é “imperativa”, uma vez que acontecimentos climáticos extremos em todo o mundo este ano indicam que os riscos climáticos estão a materializar-se.

O relatório Turbulence after lift-off: global economic and insurance market outlook 2022/23″ refere que, na sequência do choque da COVID-19, assiste-se a uma “consciência crescente do risco, tanto nos seguros de Vida como em não-Vida, entre consumidores e empresas”. O endurecimento contínuo dos preços em linhas comerciais de seguros de não Vida dará suporte adicional à tendência, esperando-se que o mercado global ultrapasse os 7 biliões de dólares (USD 7 trillion) em prémios de seguros pela primeira vez, a meio de 2022, mais cedo do que o previsto pelo instituto em julho passado.

Principais conclusões

Prémios de seguro devem crescer 3,4% a nível global em 2021, em termos reais, elevando em 8% o total da produção global (prémios diretos), acima do nível de 2019.

A rentabilidade dos seguros deverá melhorar em 2022, à medida que a indústria absorve os sinistros relacionados com a COVID-19, perdas catastróficas acima da média e a subida da inflação.

A rentabilidade na atividade de subscrição não Vida deverá recuperar a partir de 2022 à medida que as seguradoras internalizem as expectativas de uma inflação ascendente.

– Para as seguradoras de Vida, o avanço nas vacinas COVID-19 deverá também fortalecer a rentabilidade a partir de 2022, após um ano de elevada mortalidade em 2021.

A rendibilidade dos investimentos será provavelmente contrariada por taxas de juro baixas e que não compensará totalmente a inflação, fazendo com que disciplina de subscrição seja nota crucial.

PIB abranda e inflação é o risco de curto prazo

– O ciclo de crescimento económico global abrandará à medida que os choques do lado da oferta persistirem, e a política monetária se tornar menos acomodatícia. Por isso, estudo aponta previsões de crescimento do PIB abaixo do consenso.

Inflação anual global estimada no estudo é superior à média do consenso em 2022, incluindo 5,0% nos EUA, 2,6% na zona euro e 3,8% no Reino Unido, sendo também superior aos objetivos dos bancos centrais de 2%. A pressão sobre os custos está a alimentar preços difíceis de inverter.

Em termos do cenário global, a análise prevê um crescimento económico real de 5,6% este ano, abrandando para 4,1% em 2022 e 3,0% em 2023, à medida que persistirem pressões na cadeia de abastecimento global, escassez de mão-de-obra e alta nos preços da energia.

O nosso risco macro a curto prazo é a inflação, que deriva destes mesmos fatores,” assumem os autores do estudo sugerindo necessidade de apoio dos governos para uma recuperação estrutural.

Temos uma oportunidade única de construir um sistema de mercado melhor. Para isso, todos os intervenientes terão de aceitar e internalizar os custos das alterações climáticas, e os decisores políticos que deverão ter em conta os efeitos distributivos das respetivas políticas económicas. Isso ajudará na transição de que necessitamos para um caminho sustentável rumo a uma economia net-zero até 2050,” complementou Jerome Haegeli, economista-chefe da Swiss Re.

Assine o ECO Premium

No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso.

De que forma? Assine o ECO Premium e tenha acesso a notícias exclusivas, à opinião que conta, às reportagens e especiais que mostram o outro lado da história.

Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e credível.

Envolver oposição foi importante para políticas de longo prazo entre 1995 e 2019

  • Lusa
  • 18 Novembro 2021

A disposição governamental para envolver a oposição foi um fator importante para a aprovação de medidas de longo prazo, de acordo com um estudo da Fundação Calouste Gulbenkian.

Um estudo da Fundação Calouste Gulbenkian concluiu que a disponibilidade dos governos para envolver os partidos da oposição foi um dos fatores importantes para a aprovação de políticas de longo prazo entre 1995 e 2019 porque “diminuiu as hipóteses de contestação”.

“Dos vários fatores que identificámos como sendo importantes para a implementação, ou não implementação, de políticas de longo prazo, destacamos, em primeiro lugar, a disposição governamental para envolver a oposição, ‘stakeholders’ relevantes e lograr compromissos. Este foi um fator importante para a aprovação de medidas de longo prazo, já que diminuiu as hipóteses de contestação às mesmas”, lê-se nas conclusões do estudo.

O estudo “Governar para a próxima eleição ou para a próxima geração? O caso de Portugal (1995-2019)”, hoje divulgado, é da autoria de Catherine Moury e Daniel Cardoso com Ana Paula Costa, Mafalda Escada (investigadores da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa) e foi publicado pela Fundação Gulbenkian.

Os autores analisaram “10 tentativas concretas (bem-sucedidas e fracassadas) de implementação de políticas que visavam a resolução de problemas sociais a longo prazo, impondo custos no presente em nome das gerações futuras” e, apesar “do contexto desfavorável à implementação deste tipo de políticas, foram identificados casos de sucesso bastante inovadores e que tornaram o país uma referência internacional”.

No estudo foram analisadas medidas em cinco áreas, como a Taxa de Recursos Hídricos, a descriminalização do consumo e da posse para consumo de drogas, a implementação da Contribuição Extraordinária de Solidariedade e a não implementação da Contribuição de Sustentabilidade ou o contrato único de trabalho.

Nas conclusões do estudo (com 76 páginas e que pode ser consultado no ‘site’ da Fundação Gulbenkian), os autores exemplificam que “a descriminalização do consumo e da posse para consumo de drogas” é um exemplo da importância do envolvimento de várias entidades, apontando que “o tema foi discutido no âmbito de comissões parlamentares, contou com o apoio da esquerda radical, do Presidente da República e envolveu cientistas e o movimento associativo, bem como figuras políticas relevantes à direita”.

Com esta análise, os autores concluíram que também “a produção e comunicação científica mostraram-se importantes para elaborar a lei e justificar a adoção” de certa medida, “legitimando-a”, e que, igualmente, “a influência externa pode funcionar como uma janela de oportunidade para adoção de medidas de longo prazo”.

O estudo concluiu ainda que as “políticas a longo prazo são mais facilmente adotadas quando os governos são pressionados para resolver um problema”, e que “o papel da opinião pública, da sociedade civil organizada (ONG, parceiros sociais, movimentos sociais) e dos media é fundamental”.

Pelo contrário, o mandato eleitoral, que é “uma das condições apresentadas pela literatura como sendo importante para a adoção de medidas de longo prazo, não se revelou um dos fatores mais relevantes nas políticas” analisadas, indicam os autores.

Os autores recomendam então aos governos que envolvam “as partes interessadas”, estando dispostos “a fazer concessões” se necessário e utilizar “os constrangimentos europeus para contornar interesses setoriais instalados” mas “procurar consensos com as partes interessadas e com a oposição” face ao risco de reversões após uma crise.

E aconselham também os futuros governantes a “apostar na produção de conhecimento sobre a medida e comunicar efetivamente quais os ganhos da mesma e os custos de não a implementar, quer durante a campanha eleitoral, quer durante o mandato de governo” e ainda a “introduzir na Constituição formas de atender aos direitos/necessidades das gerações futuras, por exemplo através de limites à utilização de recursos naturais ou proteção da biodiversidade”.

Assine o ECO Premium

No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso.

De que forma? Assine o ECO Premium e tenha acesso a notícias exclusivas, à opinião que conta, às reportagens e especiais que mostram o outro lado da história.

Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e credível.

Sovena entra na transformação de óleos usados em detergentes

A dona da marca Fula passa a ser acionista da EcoXperience, empresa de Penela que nasceu num departamento de Química da Universidade de Coimbra e que faz parte do grupo que detém a Mistolin.

A Sovena anunciou esta quinta-feira a entrada no capital da EcoXperience, uma jovem empresa pertencente ao MSTN Group, que detém a Mistolin, e que se apresenta como “pioneira” a nível mundial na transformação de óleos alimentares usados em detergentes biodegradáveis.

Com origem no departamento de Química da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, a empresa de base tecnológica sediada em Penela juntou-se ao MSTN Group em 2019. Começou por transformar óleos alimentares em kits científicos de sabão líquido, tendo depois alargado a tecnologia para os produtos de limpeza.

“Esta operação reflete a nossa essência, que passa por acrescentar valor à cadeia, com decisões sustentadas e sustentáveis. A associação à EcoXperience permite-nos reforçar a adoção das melhores práticas de valorização dos recursos e de eliminação dos desperdícios ao longo de toda a cadeia de produção”, frisa Jorge de Melo, CEO do Grupo Sovena.

A Sovena é dona das marcas de óleos vegetais Fula, Vêgê e Frigi, e Oliveira da Serra e Andorinha no setor do azeite. Faturou 1,1 mil milhões de euros em 2020, com a exportação para mais de 70 países a valer 75% do negócio. Com 1.200 trabalhadores, a empresa do Grupo Nutrinveste soma operações diretas em dez países: Portugal, Espanha, EUA, Brasil, Chile, Argentina, Marrocos, Itália, China e Angola.

Salientando as “sinergias com enorme mais-valia para o projeto” resultantes da junção da Sovena com a Mistolin, César Henriques, fundador e sócio da EcoXperience, acredita que a categoria de detergentes ecológicos “continuará a crescer nos próximos anos”, notando que “contar com o know-how e credibilidade” da Sovena é “importante para adequar a resposta à necessidade do mercado e acelerar o crescimento nacional e internacional” do projeto.

Assine o ECO Premium

No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso.

De que forma? Assine o ECO Premium e tenha acesso a notícias exclusivas, à opinião que conta, às reportagens e especiais que mostram o outro lado da história.

Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e credível.

Polónia defende que falar com Lukashenko equivale a “legitimar” o seu regime

  • Lusa
  • 18 Novembro 2021

Minsk indicou que estão atualmente cerca de 7.000 migrantes na Bielorrússia. Merkel está em contato com Lukashenko para arrefecer tensões. Polónia é contra negociar com presidente bielorrusso.

O primeiro-ministro polaco, Mateusz Morawiecki, criticou esta quinta-feira qualquer tentativa de reunião oficial com o regime bielorrusso de Alexander Lukashenko, considerando que tal equivale a “legitimá-lo”.

“É preciso ter consciência de que qualquer encontro direto com Lukashenko o ajuda, porque legitima o seu regime”, disse o chefe do Governo polaco à imprensa.

As declarações do primeiro-ministro nacionalista polaco referem-se a encontros da chanceler alemã, Angela Merkel, com o Presidente russo, Vladimir Putin, e com Lukashenko, seguidos de uma chamada telefónica a Morawiecki.

“Sublinhei junto da senhora chanceler [Angela Merkel] que nenhum acordo envolvendo a Polónia e toda esta situação poderá ser concluído sem a nossa participação”, indicou.

A ação de Merkel, procurando uma solução para a crise migratória nas fronteiras orientais da União Europeia (UE), foi recebida com duras críticas por parte dos representantes do poder nacionalista polaco.

Na quarta-feira, o Presidente polaco, Andrzej Duda, comentou o assunto numa reunião com o seu homólogo alemão, Frank-Walter Steinmeier. “Somos um país soberano que tem o direito de decidir os seus próprios assuntos e vamos manter-nos intransigentes quanto à defesa desse direito”, insistiu Duda.

Por sua vez, a ex-primeira-ministra nacionalista polaca Beata Szydlo considerou na rede social Twitter que, ao falar por iniciativa própria com Minsk e Moscovo, “a chanceler alemã está a violar todos os princípios da UE. A sua atitude faz pensar nos piores momentos da história, quando os países da Europa central eram considerados objetos de negociatas políticas”.

Horas antes, a Presidência bielorrussa tinha indicado que estão atualmente cerca de 7.000 migrantes na Bielorrússia, mais de 2.000 dos quais na fronteira com a Polónia, adiantando que Minsk irá trabalhar para repatriar 5.000 pessoas “se assim o desejarem”.

Já hoje, um avião iraquiano transportando 431 migrantes que estavam retidos na fronteira da Bielorrússia com a Polónia partiu de Minsk e aterrou no aeroporto de Erbil, no Curdistão iraquiano, região de onde muitos deles são originários.

A porta-voz da Presidência bielorrussa, Natalia Eïsmont, anunciou também que a chanceler alemã ia negociar com a UE a criação de um “corredor humanitário” para levar os restantes 2.000 migrantes e refugiados para a Alemanha, uma solução que, segundo Minsk, foi abordada esta semana com Merkel, e que Berlim entretanto desmentiu.

“A UE vai criar um corredor humanitário para 2.000 migrantes que estão no acampamento [na fronteira da Bielorrússia com a Polónia] e iremos, na medida do possível e caso as pessoas o desejem, repatriar os outros 5.000”, afirmou a porta-voz.

Estas declarações foram feitas um dia depois de Merkel ter falado ao telefone, pela segunda vez em três dias, com o Presidente bielorrusso sobre a crise migratória em curso na fronteira oriental da UE.

De acordo com a porta-voz de Lukashenko, cerca de 2.000 migrantes estão atualmente num acampamento improvisado na fronteira com a Polónia, enquanto entre 200 e 500 outros migrantes estão espalhados ao longo da fronteira.

Uma informação que difere em muito do que disse na quarta-feira à Lusa Natalia Gebert, representante do Grupo Granica – que reúne 14 organizações não-governamentais (ONG) que trabalham na área dos direitos humanos e apoiam refugiados e migrantes na Polónia -, segundo a qual o número de migrantes acampados na fronteira bielorrussa à espera de entrar em território polaco ultrapassa as 10.000 pessoas.

O ministro do Interior alemão, Horst Seehofer, desmentiu esta quinta-feira, durante uma visita oficial a Varsóvia, que a Alemanha se tenha comprometido a acolher um contingente de 2.000 migrantes procedentes da Bielorrússia.

“É uma notícia falsa”, declarou Seehofer, numa conferência de imprensa com o seu homólogo polaco, acrescentando que em situações de “ameaça híbrida”, referindo-se à crise fronteiriça com a Bielorrússia, abundam as informações fraudulentas.

O ministro defendeu que é necessário fornecer ajuda humanitária às pessoas retidas na fronteira, uma vez que são “instrumento de uma pérfida estratégia”, e que prestar assistência está em consonância com “os valores europeus”, mas sempre em território bielorrusso.

“O que não faremos será deixá-los entrar, ceder à pressão e dizer que admitiremos refugiados na União Europeia”, frisou, dando a entender que isso significaria fazer o jogo do Presidente bielorrusso.

Seehofer pronunciou-se ainda sobre as duras críticas de que Merkel foi alvo por parte do Governo polaco devido às suas conversas telefónicas com Lukashenko, acusando-a de agir sem ter em conta o seu país.

“Tudo o que fazemos é coordenado, é discutido, e não fazemos política de costas voltadas aos nossos parceiros, isso é claro”, sublinhou o ministro alemão, vincando também que a Polónia age em nome da União Europeia e conta com o total apoio da Alemanha.

O ministro do Interior alemão indicou, por último, que não está nos seus planos a introdução de controlos fronteiriços fixos na fronteira entre a Polónia e a Alemanha, como pedem alguns sindicatos policiais alemães, em resposta ao fluxo migratório procedente da Bielorrússia.

Desde o início de 2021, foram intercetados na Alemanha cerca de 10.000 migrantes dessa rota migratória.

“Estamos de acordo quanto ao facto de que isso não solucionaria o problema, estamos de acordo quanto a manter fronteiras abertas”, declarou Seehofer.

O seu homólogo polaco, Mariusz Kaminski, insistiu também na unidade de atuação dos dois países vizinhos, afirmando: “O problema é grande, estamos a resolvê-lo juntos, passo a passo, e fazemos uma avaliação conjunta do que está a acontecer”.

Kaminski frisou ainda que se trata de um “problema político”, já que “o regime de Lukashenko está a tentar criar uma rota artificial para a União Europeia”.

A UE acusa Minsk de ter atraído estas pessoas, sobretudo oriundas de países do Médio Oriente, para a Bielorrússia e de as ter transportado para a fronteira com a Polónia para provocar uma crise migratória e vingar-se das sanções ocidentais impostas ao regime de Lukashenko, após as eleições fraudulentas que o reconduziram no poder, a repressão violenta de protestos populares contra o resultado do escrutínio, detenções arbitrárias de opositores e o desvio de um avião comercial para deter um jornalista bielorrusso independente.

Assine o ECO Premium

No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso.

De que forma? Assine o ECO Premium e tenha acesso a notícias exclusivas, à opinião que conta, às reportagens e especiais que mostram o outro lado da história.

Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e credível.

Ferro Rodrigues vai abandonar o Parlamento

  • Lusa
  • 18 Novembro 2021

O atual presidente da Assembleia da República vai ficar fora das listas de deputados do Partido Socialista nas eleições antecipadas agendadas para 30 de janeiro de 2022.

O presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, comunicou esta quarta-feira aos líderes das diferentes bancadas parlamentares que não se recandidatará nas listas de deputados do PS nas próximas eleições legislativas.

Esta decisão de Ferro Rodrigues consta da súmula da última reunião da conferência de líderes, um documento que é assinado pela secretária da mesa, a deputada socialista Maria da Luz Rosinha.

Ali é indicado que o presidente da Assembleia da República “referiu que, efetivamente, alguns deputados já lhe tinham manifestado pretender fazer breves despedidas” do Parlamento.

E foi nessa ocasião que Ferro Rodrigues esclareceu que “o mesmo sucedia consigo, visto que já não seria candidato nas próximas eleições”.

“Informou que, em princípio, no dia 26 de novembro, antes das votações, se poderia destinar algum tempo para essas intervenções dos deputados com mais tempo de funções na Assembleia da República”, acrescenta o mesmo documento.

A possibilidade de Ferro Rodrigues, presidente da Assembleia da República desde a legislatura passada, não voltar a candidatar-se a deputado, já era dada como muito provável pela maioria dos dirigentes socialistas.

Assine o ECO Premium

No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso.

De que forma? Assine o ECO Premium e tenha acesso a notícias exclusivas, à opinião que conta, às reportagens e especiais que mostram o outro lado da história.

Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e credível.

Marsh McLennan cria novo Cyber Center combinando as 4 companhias do grupo

  • ECO Seguros
  • 18 Novembro 2021

O novo centro de competências em risco cibernético tem como objetivo realizar investigação e desenvolvimento, apoiando-se em parcerias com empresas, governos e academia.

A Marsh McLennan (MMC), líder global em consultoria de risco, estratégia e gestão de capital humano, anunciou o lançamento do seu Cyber Risk Analytics Center, projeto de âmbito empresarial que combina dados de risco cibernético, análise e competências de mitigação das quatro companhias do grupo norte-americano (Marsh, Guy Carpenter, Mercer e Oliver Wyman) para fornecer aos clientes “uma visão abrangente das suas ameaças cibernéticas, a eficácia dos sistemas de controlo atuais e futuros, e o impacto económico dos riscos” a que estão expostos.

Todos os anos, os ciberataques causam milhões de dólares de perdas e milhares de milhões de dólares de prejuízo à economia global. Para John Doyle, presidente e CEO da Marsh e vice-presidente da Marsh McLennan, não é novidade que as empresas, governos, e dirigentes de outras instituições continuem a classificar o “risco cibernético como um dos mais generalizados e prioritários que a sociedade enfrenta”.

No entanto, “para muitos líderes, a preocupação excede a sua capacidade de medir e gerir o risco cibernético sozinhos. O nosso investimento no Marsh McLennan Cyber Risk Analytics Center ajudará os clientes a enfrentar este risco, ligando-os a especialistas e capacidades de todas as nossas empresas, a conhecimentos orientados por dados, e a um ecossistema global de especialistas em risco e segurança cibernética,” explicou.

O centro será dirigido por Scott Stransky (managing director), profissional experiente na modelação de riscos e catástrofes cibernéticas. Stransky juntou-se à MMC no início de 2021, depois de mais de uma década na AIR Worldwide. Com trabalhos assinados em publicações académicas, Stransky tem formação universitária em Matemática e mestrado em meteorologia, ambos do MIT.

O centro, cuja localização não é indicada, oferecerá aos clientes do grupo uma série de ferramentas e perceções de risco para os ajudar a fazer investimentos mais inteligentes na forma como identificam, preparam e recuperam do risco cibernético, refere um comunicado da companhia líder global no setor de corretagem de seguros. Para além de integrar os dados, modelização e os conhecimentos de risco da Marsh, Guy Carpenter e Oliver Wyman, o centro realizará “investigação e desenvolvimento com uma rede internacional de parceiros comerciais, governamentais e académicos”.

Através do Cyber Risk Analytics Center, a MMC “fará avançar o ecossistema mais vasto de modelização e análise cibernética para ajudar as sociedades a gerir o risco cibernético”, disse Stransky.

Assine o ECO Premium

No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso.

De que forma? Assine o ECO Premium e tenha acesso a notícias exclusivas, à opinião que conta, às reportagens e especiais que mostram o outro lado da história.

Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e credível.

Una Seguros no regresso de Luís Morais ao rali Dakar

  • ECO Seguros
  • 18 Novembro 2021

A seguradora acompanha o piloto Luís Portela Morais, que agora se prepara para disputar o exigente rali em quatro rodas.

Depois de, em 2017, ter participado em duas rodas (moto), Luís Portela Morais volta ao Rally Dakar para competir no mundo dos carros (segmento SSVs). A Una Seguros está com o piloto no Dakar 2022.

“A Una Seguros e eu partilhamos os mesmos valores, por isso, sei que juntos vamos mais fortes contra todas as adversidades que possam surgir,” afirma o condutor.

“Estamos sempre ao lado de quem quer sempre fazer mais e não desiste à primeira contrariedade. Qualquer obstáculo é apenas encorajador para quem tem uma perseverança sem fim. Sabemos que juntos vamos fazer história ao reduzir o risco e aumentar a segurança” disse Teresa Bello, Responsável de Marketing Estratégico da Una Seguros.

Quase a um ano marcado pelo lançamento de um novo sistema core, novas parcerias e campanhas, a Una Seguros aposta no piloto, também conhecido pelos adeptos de râguebi (Luís Portela Morais foi campeão nacional em 1999).

“O Luís é um homem de família que se rege pelo mote da segurança, por isso e por acreditarmos no seu desempenho, quisemos fazer parte do seu mundo. Na UNA somos parceiros de quem não se resigna,” explicou a responsável da seguradora.

“Depois de quatro anos sinto que vou voltar a cumprir o sonho de entrar na mais dura prova de rally do mundo. Este é o meu sonho e sei que com os parceiros certos vou conseguir alcançar os meus objetivos. Esta competição acarreta muito risco, preparação e planeamento, mas sei que nos momentos mais difíceis vou sempre poder contar com o apoio dos meus parceiros que têm sido incansáveis,” acrescentou Luís Portela Morais.

Documentando a nova parceria, a Una Seguros lançou um vídeo, onde pode ver o piloto português em treinos.

(notícia atualizada dia 19 às 14h15: novo link para rede social)

Assine o ECO Premium

No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso.

De que forma? Assine o ECO Premium e tenha acesso a notícias exclusivas, à opinião que conta, às reportagens e especiais que mostram o outro lado da história.

Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e credível.