Menos estudos e rendimentos mais baixos levam os portugueses aos intermediários de crédito, onde o crédito pessoal sai 1,2 pontos percentuais mais caro do que no banco, diz o Banco de Portugal.
Menos estudos e rendimentos mais baixos levam os portugueses aos intermediários de crédito, onde o crédito pessoal sai 1,2 pontos percentuais mais caro do que no banco, diz o Banco de Portugal.
Apesar de o "stock" de crédito do setor ter subido para níveis do tempo da troika, especialistas destacam que os indicadores financeiros estão mais robustos e economia está em expansão.
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