Mota-Engil ganha novo contrato na Costa do Marfim para tratamento de lixo. Negócio pode chegar aos 140 milhões

Construtora vai construir e operar um aterro na capital Abidjan. Negócio poderá valer 140 milhões de euros à construtora portuguesa liderada por Gonçalo Moura Martins.

A Mota-Engil ganhou um contrato na Costa do Marfim para construção e operação de um aterro com capacidade de triagem e produção de energia proveniente de biogás na capital Abidjan. Negócio poderá valer 140 milhões de euros à construtora portuguesa liderada por Gonçalo Moura Martins.

A empresa portuguesa tem estado bastante ativa naquele país africano. Ainda recentemente assinou um contrato com o Governo costa-marfinense no valor de 320 milhões de euros para recolha de resíduos também em Abidjan por um período de sete anos.

Desta feita, a Mota-Engil EGL 0,00% informa o mercado sobre a adjudicação de um contrato para a conceção, construção e operação de um aterro com capacidade para triagem e produção de energia proveniente de biogás na capital da Costa do Marfim.

“O contrato referido envolverá um valor estimado de cerca de 140 milhões (o qual inclui uma componente variável estimada de cerca de 40 milhões dependente das toneladas movimentadas), uma duração de 7 anos para uma capacidade total de 8,2 milhões de toneladas e a componente de construção avaliada em cerca de 48 milhões milhões será executada pela Mota-Engil África”, lê-se no comunicado enviado esta segunda-feira à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Acrescenta ainda que “com esta adjudicação, a Mota-Engil reforça a sua carteira de encomendas no médio prazo, bem como reforça a sua atividade na área de resíduos na região de África”. Além da Costa do Marfim, a Mota-Engil encontra-se em mais 13 países africanos, incluindo Angola e Moçambique, mercados onde em setembro passado anunciou negócios no valor de 500 milhões de euros.

Ações da Mota-Engil invertem para terreno positivo

(Notícia atualizada às 12h14)

Comentários ({{ total }})

Mota-Engil ganha novo contrato na Costa do Marfim para tratamento de lixo. Negócio pode chegar aos 140 milhões

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião