O secretário-geral do PS considerou que os portugueses não iriam achar correto "se o Partido Socialista, fundador das liberdades e dos direitos fundamentais, ficasse fora".
O secretário-geral do PS considerou que os portugueses não iriam achar correto "se o Partido Socialista, fundador das liberdades e dos direitos fundamentais, ficasse fora".
O bastonário justifica esta decisão com "a necessidade de assegurar uma gestão centralizada dos procedimentos de nomeação e substituição de advogados nestes processos".
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