Caso o apoio aos combustíveis não descesse, a descida esperada para a próxima semana seria a maior desde março de 2022, quando o diesel desceu 13,1 cêntimos.
A guerra e o desconfinamento provocaram aumentos em todos os setores. Agora foi o ataque concertado dos Estados Unidos e Israel ao Irão que estão a inflacionar os preços. O ECO criou um radar para que possa acompanhar, todos os dias, o que vai ficar mais caro.
Caso o apoio aos combustíveis não descesse, a descida esperada para a próxima semana seria a maior desde março de 2022, quando o diesel desceu 13,1 cêntimos.
O cabaz alimentar monitorizado pela Deco Proteste custa agora 253,6 euros, depois de uma ligeira subida semanal. Desde janeiro, o preço dos 63 produtos aumentou 4,87%, mais 11,77 euros.
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