Companhia petrolífera estatal angolana detém quase 20% do banco português e admite reforçar a sua participação caso o conglomerado chinês decida vender a sua posição.
Companhia petrolífera estatal angolana detém quase 20% do banco português e admite reforçar a sua participação caso o conglomerado chinês decida vender a sua posição.
Os fundos europeus que prometem investir de forma sustentável pesam só 2,2% do mercado de fundos e continuam a registar mais saídas do que entradas de dinheiro por parte dos investidores.
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