Processo judicial é “politicamente motivado”, responde Isabel dos Santos

É a resposta de Isabel dos Santos ao arresto de bens do Tribunal de Luanda. Em comunicado, detalha os negócios com o Estado angolano e denuncia o que diz ser um processo "politicamente motivado".

O Tribunal Providencial de Luanda avançou para o arresto de um conjunto alargado de bens detidos por Isabel dos Santos, Sindika Dokolo e o gestor Mário Silva, entre os quais as participações em empresas como a Unitel, o BFA e a ZAP, mas a empresária e filha do antigo presidente José Eduardo dos Santos garante que “este despacho sentença é resultado de um julgamento de uma providência cautelar, que ocorreu sem conhecimento das partes, de forma aparentemente arbitrária e politicamente motivado”.

“Isabel dos Santos esclarece que nunca foi notificada pela Procuradoria Geral da República ou citada pelo Tribunal Provincial de Luanda. Desconhecendo o teor da acusação contra si, não teve oportunidade de apresentar defesa. Tão pouco conhece quando teve lugar a audiência de testemunhas referida no despacho sentença, a sua identidade ou quaisquer outros supostos elementos de prova trazidos ao processo”, refere-se no comunicado enviado às redações ao fim da tarde desta terça-feira.

O Tribunal de Luanda, recorde-se, justificou o arresto de participações em empresas como a Unitel e o BFA operações em que o Estado angolano participou com Isabel dos Santos, tendo perdido milhões de dólares. “O Estado angolano, através da Sonangol, entrou com 100% do capital, correspondente a 193.465.406,23 euros (centro e noventa e três milhões, quatrocentos e sessenta e cinco mil, quatrocentos e seis euros e vinte e três cêntimos, tendo emprestado à sociedade Exem Energy BV 75.075.880,00 (setenta e cinco milhões, setenta e cinco mil, oitocentos e oitenta euros), valores não devolvidos até à presente data“, refere o comunicado.

Neste caso (há outros citados pelo Tribunal de Luanda), Isabel dos Santos desmente os números da justiça angolana. “Em suma, em 2005, a participação da Sonangol estava avaliada em cerca de 429 milhões de Euros, estando atualmente avaliada em cerca de 960 milhões de euros. Acresce que a Esperaza (Joint Venture entre Isabel dos Santos e a Sonangol) recebeu até esta data mais de 217 milhões de Euros em dividendos e, tendo como referência o preço atual das ações da Galp Energia em bolsa e após o reembolso do passivo existente, o valor líquido da Esperaza ascende actualmente a cerca de 1,6 mil milhões de Euros. É por isso falsa a informação de que o investimento na GALP foi lesivo para o Estado angolano. Na realidade, esta a oportunidade de negócio proporcionada à Sonangol em 2005, é o investimento mais rentável na história da Sonangol”. E revela que a Sonangol e a empresa de Isabel dos Santos discutem, na Holanda, um litígio em torno do dinheiro que foi ou não pago.

No comunicado, Isabel dos Santos também desmente qualquer intervenção relativa a uma transferência de uma conta do General Leopoldino do Nascimento junto Banco Millenium para uma conta na Rússia, como é também falsa a afirmação da intervenção da polícia judiciária portuguesa”.

Isabel dos Santos garante que vai opor-se “a cada uma das alegações”. “Este despacho sentença é resultado de um julgamento de uma providência cautelar, que ocorreu sem conhecimento das partes, de forma aparentemente arbitrária e politicamente motivado”.

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3 desejos de Carmo Sousa Machado: “Unir os advogados e criar pontes com todo o setor da Justiça”

Carmo Sousa Machado, sócia da Abreu Advogados, partilhou com o ECO os seus desejos para 2020. A chairman confidenciou que as áreas de sustentabilidade e tecnologia serão uma aposta da sociedade.

A sócia e chairman da sociedade Abreu Advogados, Carmo Sousa Machado, partilhou com o ECO os seus desejos para o ano de 2020. A encerrar um ano profissional em que tomou posse como chair da Multinational Association of Independent Law Firms (Multilaw), a advogada deseja que o ano de 2020 seja capaz de “unir os advogados e criar pontes com todo o setor da Justiça”.

Após a vitória de Luís Menezes Leitão nas eleições da Ordem dos Advogados para o triénio 2020-2022, Carmo Sousa Machado, que integra a equipa do novo bastonário, quer que todos se sintam representados pela Ordem e que aproveitem o desenvolvimento tecnológico, desde o “advogado em prática individual” às “grandes sociedades de advogados”.

A sócia da Abreu Advogados revelou ainda, em resposta ao desafio lançado pelo ECO, que a estratégia da sociedade para 2020 passa pela aposta em duas novas áreas: sustentabilidade e tecnologia. “Estamos confiantes que em 2020 poderemos continuar a “colher” frutos de uma estratégia que está focada em, de forma continua e sustentada, potenciar os nossos serviços”, nota.

Com o ano de 2019 na reta final, conheça os desejos de Carmo Sousa Machado, para o país, para o setor da advocacia e para a Abreu Advogados, sociedade em integra desde 1996.

Um desejo para o país

Que o Governo seja capaz de assegurar um efetivo de crescimento económico e estabilidade só assim permitindo que as empresas cresçam e que possamos atrair talento e investidores estrangeiros.

Que Portugal possa ser um exemplo pioneiro para a sustentabilidade. No ano em que Lisboa é a Capital Verde da Europa, e em que a presidente da Comissão Europeia (Ursula von der Leyen) apresentou medidas ambiciosas no “Green Deal”, gostaria que pudéssemos aplicar medidas bem pensadas e não populistas que gerem resultados com impacto. Lidar com as alterações climáticas é premente e precisamos de coragem.

Um desejo para o seu setor

Que o novo Bastonário da Ordem dos Advogados e a sua equipa, que integro, seja capaz de unir os advogados e criar pontes com todo o setor da Justiça. Do advogado em prática individual, ao advogado de empresa e às grandes sociedades de advogados, gostava que todos nos sentíssemos representados.

Vivemos tempos muito desafiantes com uma alucinante evolução tecnológica que implica também desafios éticos à nossa atividade. Desejo que os advogados sejam capazes de aproveitar o que de bom a tecnologia tem e de compreender e antecipar os desafios, para que possamos conduzir os nossos clientes pela inovação, zelando pela sua segurança, interesses e sustentabilidade.

Um desejo para a sua empresa

Que o ano de 2020 seja tão bom ou melhor do que o de 2019. Foi um ano de crescimento e afirmação da nossa marca, com a apresentação do rebranding e o reforço significativo de algumas das nossas áreas de prática e setores.

Para 2020 temos duas áreas incontornáveis da nossa estratégia: sustentabilidade e tecnologia. Este ano tomámos decisões importantes para que toda a nossa atividade integre a inovação nestas duas áreas e estamos confiantes que em 2020 poderemos continuar a “colher” frutos de uma estratégia que está focada em, de forma continua e sustentada, potenciar os nossos serviços, tendo as competências, a capacidade de antecipação e a relação com os stakeholders como fatores indubitáveis da nossa marca.

3 desejos para 2020 é uma série de artigos a antecipar o que vai acontecer no próximo ano, nos mais variados domínios. Desafiámos políticos, empresários, gestores, advogados, reguladores, sindicatos e patrões a revelarem três desejos para o próximo ano: 1) Um desejo para o país, 2) Um desejo para o seu setor e, finalmente, 3) Um desejo para a empresa/entidade que gerem. Todos os dias, até ao final do ano, não faltarão desejos aqui no ECO.

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Benfica paga 20 milhões por Weigl

  • ECO
  • 31 Dezembro 2019

No último dia de 2019, o Benfica anuncia a compra do médio alemão do Borussia Dortmund.

Está confirmado oficialmente. O Benfica anunciou ao mercado a compra do médio alemão do Borussia de Dortmund, Julian Weigl, por 20 milhões de euros. “A Sport Lisboa e Benfica – Futebol, SAD informa, nos termos e para o efeito do disposto no artigo 248.o-A do Código dos Valores Mobiliários, que chegou a acordo com o Borussia Dortmund para a aquisição da totalidade dos direitos do jogador Julian Weigl, pelo montante de € 20.000.000 (vinte milhões de euros). Mais se informa que o referido acordo está dependente da celebração de contrato de trabalho desportivo com o jogador e da realização de exames médicos”, revela o comunicado enviado à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários.

O médio alemão, que chegou ao Dortmund em 2015, é a primeira contratação do Benfica para a segunda parte do campeonato, no chamado mercado de inverno. E, na página oficial do clube, é recordado o golo que Weigl marcou ao Sporting.

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Trump assina acordo com a China a 15 de janeiro na Casa Branca

Já não vai ser na primeira semana de janeiro, mas será na segunda. Trump anunciou que vai assinar a Fase 1 do acordo comercial com a China no dia 15. Depois vai à China para a Fase 2.

Já não vai ser na primeira semana de janeiro, mas será na segunda semana. Donald Trump anunciou, através do Twitter, que vai assinar a Fase 1 do acordo comercial com a China no dia 15 — sendo que o alívio das tarifas aduaneiras entra em vigor já no dia 1. O presidente dos EUA diz que, depois, irá à China para a Fase 2.

“Vou assinar a Fase 1 de um vasto acordo comercial com a China a 15 de janeiro“, anunciou Trump, concretizando o dia em que será finalmente selado este acordo alcançado em meados de dezembro.

“Chegámos a um acordo inicial muito grande com a China. Eles concordaram em várias mudanças estruturais e compras massivas de produtos agrícolas, energia, produtos industriais e muito mais”, disse, à data, o presidente dos EUA, ao mesmo tempo que deixava cair as tarifas sancionatórias previstas para 15 de dezembro.

Trump revela que o acordo vai ser assinado na Casa Branca, sendo que estarão presentes nesse ato oficial “altos responsáveis da China”, mas sem referir se Xi Jinping, o presidente da China, foi convidado para a assinatura.

Este acordo marca um passo no sentido de acabar com uma guerra comercial que já dura há largos meses e que tem tido impacto negativo em ambas as economias, as duas maiores do mundo.

Assinado este acordo, será necessário avançar para a Fase 2, sendo que Trump está preparado para essa nova ronda de negociações, revelando mesmo que vai a Pequim em breve.

Em meados de dezembro, Trump tinha anunciado que iria “começar as negociações para uma Fase 2 imediatamente, em vez de esperar pelas eleições de 2020”. Agora, diz que “numa data posterior [a 15 de janeiro] irei a Pequim onde irão começar as negociações para a Fase 2″ deste acordo.

(Notícia atualizada às 15h12 com mais informação)

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Tribunal dá como provado que José Eduardo dos Santos favoreceu negócios de Isabel dos Santos

  • Lusa
  • 31 Dezembro 2019

Despacho-sentença do Tribunal Provincial de Luanda realça o papel crucial desempenhado pelo ex-presidente de Angola nos negócios de diamantes de Isabel dos Santos.

A decisão do Tribunal Provincial de Luanda de arrestar os bens da empresária Isabel dos Santos realça o papel crucial desempenhado pelo ex-presidente da República José Eduardo dos Santos no negócio de diamantes da filha e seu marido, Sindaka Dokolo.

No despacho-sentença, que a Lusa teve acesso, é dito que em audiência de produção de prova, ouvidas as testemunhas, resultou provado, entre outros factos, que, em agosto de 2010, o executivo angolano, chefiado por José Eduardo dos Santos decidiu comercializar diamantes angolanos no exterior do país.

Ficou também provado que “o antigo Presidente da República decidiu investir em uma empresa Suíça – De Grisogono/Joalharia de Luxo – que se encontrava em falência técnica em virtude de uma divida para com os bancos UBS-Banco Cantonale de Genebra e BCV”.

Segundo a providência cautelar de arresto, ficou igualmente provado que José Eduardo dos Santos decidiu comprar a dívida da sociedade De Grisogono/Joalharia de Luxo junto dos bancos e “oferecer o negócio a Isabel dos Santos e Sindika Dokolo, sua filha e genro”.

“Como contrapartida no negócio, os donos da empresa Grisogono/Joalharia de Luxo, cederiam a sua participação social à SODIAM EP e a Isabel dos Santos e Sindika Dokolo, por intermédio de empresas veículo”, adianta o despacho, que dá como provado que “o ex-Presidente da República instruiu a SODIAM EP a entra no negócio assumindo todos os encargos inerentes ao mesmo”.

De imediato, foi criada em Malta e empresa Victoria Holding Limited com o capital de 3.000 euros, cujos sócios eram a SODIAM EP, na altura com 50% das participações sociais e a EXEM Mining BV com 50% das participações sociais, tendo a justiça angolana dado agora como provado que a empresa EXEM Mining BV “era controlada por Isabel dos Santos e Sindika Dokolo”, sendo Mário Filipe Moreira da Silva o diretor-geral da sociedade Victoria Holding BV.

O Tribunal Provincial de Luanda deu ainda como provado que o valor do empréstimo concedido pelo banco BIC à SODIAM EP serviu para financiar a empresa De Gridogono e a Victoria Holdin BV.

De acordo com o tribunal, na posse do novo financiamento, a 8 de dezembro de 2015, a SODIAM EP transferiu para a empresa Victoria Holding Limited 23,7 milhões de dólares, e que por decisão do executivo então chefiado por José Eduardo dos Santos o remanescente do valor do financiamento (21.750.000 dólares) foi utilizado para pagamento de dívidas a quatro empresas mineiras, com o objetivo de aumentar a produção diamantífera destas e rentabilizar negócio de Isabel dos Santos e Sindika Dokolo no exterior.

Também dado como provado ficou, segundo o tribunal, que José Eduardo dos Santos orientou a SODIAM EP, a vender às empresas relacionadas com a filha e o genro os diamantes “a um preço inferior ao de mercado, causando prejuízos à empresa do Estado (SODIAM EP).

“As empreas IAXHON, RELACTANT, ODISSEY, NEMESIS INTERNACIONAL, relacionadas com os requeridos (Isabel dos Santos, SIndika Dokolo), posteriormente vendiam os diamantes no exterior do país, obtinham avultados lucros sem que o Estado angolano tivesse qualquer visibilidade sobre estas vantagens”, lê-se no despacho judicial.

Ficou ainda provado que Isabel dos Santos e Sindika Dokolo “abriram várias lojas de luxo em diversas partes do mundo, nomeadamente Dubai, Suíça, Reino Unido, Estados Unidos, República Dominicana e França“, tendo a “SODIAM EP tido muitas dificuldades financeiras para pagar o crédito junto do BIC e corre risco de falência”.

O Tribunal Provincial de Luanda considera provado que Isabel dos Santos e Sindika Dokolo “estão a ocultar o património obtido às custas do Estado (angolano), transferindo-os para outras entidades”.

Provado ficou também que Isabel dos Santos, por intermédio do seu sócio Leopoldino Fragoso do Nascimento, “está a tentar transferir alguns dos seus negócios para a Rússia, tendo a PJ portuguesa intercetado uma transferência no valor de 10 milhões de euros que se destinava à Rússia”.

Provado ficou ainda que Isabel dos Santos pretende vender a participação social que detém na UNITEL SA a um cidadão árabe, sendo que estes negócios iriam prejudicar o Estado angolano.

Outro dos factos dado como provado é o de que a dívida da EXEM ENERGY BV (empresa de que são beneficiários Isabel dos Santos e o marido) para com a empresa de petróleos de Angola Sonangol “não se mostra paga” e que a EXEM deve à Sonangol mais de 75 milhões de dólares.

No cômputo, deu ainda como provado que Isabel dos Santos, Sindika Dokolo e Mário Silva prejudicaram o Estado angolano em mais de 1,1 mil milhões de dólares.

O arresto consiste numa apreensão judicial de bens e funda-se no receio de perda da garantia patrimonial face ao crédito não pago.

O arresto foi intentado pelo Serviço Nacional de Recuperação de Ativos contra Isabel dos Santos, Sindika Dokolo e Mário Silva.

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Presidente da Huawei diz que “sobrevivência” é “principal prioridade” em 2020

  • Lusa
  • 31 Dezembro 2019

A “principal prioridade” da Huawei em 2020 vai ser “a sobrevivência”, depois de a multinacional chinesa ter sido vetada pelas autoridades norte-americanas.

O presidente rotativo da Huawei, Eric Xu, assegurou esta terça-feira que a “principal prioridade” da tecnológica em 2020 vai ser “a sobrevivência”, depois de a multinacional chinesa ter sido vetada pelas autoridades norte-americanas.

Numa carta publicada com o propósito de falar sobre 2019, um ano “extraordinário” para a Huawei, Xu disse que a empresa conseguiu resistir, “apesar das tentativas do governo norte-americano” para a reprimir.

O gestor referiu também que as receitas das vendas da empresa, que não está cotada em bolsa, registam um crescimento de cerca de 18% em 2019, segundo estimativas da multinacional, que as situam em 108.691 milhões de euros, embora seja um valor inferior às previsões iniciais.

Reportando ao próximo ano, Eric Xu disse que a Huawei vai continuar a estar na lista negra dos Estados Unidos.

E prosseguiu: “Não crescemos tão rapidamente como na primeira metade de 2019 (…). Vai ser um ano difícil para nós”.

O presidente rotativo da multinacional chinesa acredita que Washington “vai continuar a impedir o desenvolvimento de tecnologia de ponta a longo prazo”.

Esta atitude, disse, gerará “uma envolvente desafiante para a sobrevivência da Huawei e para que possa progredir”, e terá também a ver com o possível abrandamento da economia mundial.

“Qualquer risco que comprometa a continuidade dos nossos negócios deve ser tomado como questão de vida ou morte”, advertiu Eric Hu na carta.

E prosseguiu: “Temos que andar contra o relógio e livrar-nos de qualquer tipo de esperança irrealista”, frisou, pedindo aos seus funcionários que façam da “campanha estratégica e de longo prazo” dos Estados Unidos contra a Huawei uma oportunidade para se motivarem “e ganharem massa muscular”.

Washington proibiu em maio deste ano que as empresas dos Estados Unidos tivessem ligações comerciais com a Huawei devido à supostas ameaças das suas redes de quinta geração (5G) para a segurança nacional.

Mas desde então já foram decretados dois adiamentos em relação à decisão pelo que pelo menos até fevereiro do próximo ano a multinacional chinesa pode continuar a operar nos Estados Unidos.

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Investidura de Pedro Sanchez como primeiro-ministro espanhol marcada para 4, 5 e 7 de janeiro

  • Lusa
  • 31 Dezembro 2019

A presidente do Congresso dos Deputados, Meritxell Batet, vai convocar o debate de investidura de Pedro Sánchez para 04, 05 e 07 de janeiro do próximo ano.

A presidente do Congresso dos Deputados, Meritxell Batet, vai convocar o debate de investidura de Pedro Sánchez para 4, 5 e 7 de janeiro do próximo ano, segundo um comunicado enviado aos grupos parlamentares espanhóis. A convocatória formal e a hora, disseram esta terça-feira à agência Efe fontes da Presidência do Congresso, serão conhecidas na quinta-feira, dia 2 de janeiro.

Nesse dia, espera-se que o Conselho Nacional da Esquerda Republicana da Catalunha (ERC) dê o seu aval para que os seus 13 deputados se abstenham, o que é necessário para que a investidura se concretize.

Conhecida esta decisão, a Comissão Executiva Federal do PSOE reunir-se-á na sexta-feira para ratificar o acordo com os independentistas da ERC e apoiar o presidente em exercício, Pedro Sánchez.

O debate sobre investidura iniciar-se-á no sábado, a 4 de janeiro. A primeira votação far-se-á no domingo, sendo que é preciso uma maioria absoluta, ou seja, 176 votos a favor de Pedro Sánchez. Se a maioria absoluta não for alcançado, 48 horas depois, na terça-feira, dia 7 de janeiro, far-se-á uma segunda votação.

Pedro Sánchez poderá então ser investido por maioria simples, com mais votos a favor que contra, mas em que será imprescindível a abstenção dos 13 deputados da ERC. Na segunda-feira, dia 6 de janeiro, celebrar-se-á a Páscoa Militar, um ato institucional (militar) que dá inicio ao ano militar em Espanha.

Espera-se que a cerimónia, presidida pelo rei no Palácio Real, se faça acompanhar de Pedro Sánchez e dos ministros em exercício, da Defesa, Margarita Robles, e do Interior, Fernando Grande-Marlaska.

O PSOE já tem desde meados de novembro com o Unidas Podemos (extrema-esquerda), a quarta maior força política, um pré-acordo de Governo, que aguarda agora o resultado das negociações que estão a ter para que a ERC se abstenha na votação de investidura e permita assim a formação do novo executivo.

As negociações entre o PSOE e a ERC arrastam-se há várias semanas, com os independentistas a fazerem depender a sua abstenção de uma série de exigências, entre elas a criação de uma “mesa de conversações” entre os Governos de Espanha e o da região autónoma, onde se possa falar também da questão da autodeterminação da Catalunha.

Na consulta eleitoral de 10 de novembro último, para o Congresso dos Deputados, o PSOE teve 28,0% dos votos (120 deputados), seguidos pelo PP com 20,8% (88), o Vox (extrema-direita) com 15,1% (52), o Unidas Podemos com 12,8% (35), e o Cidadãos com 6,8% (10), ERC com 3,6% (13), com os restantes votos divididos por outros partidos regionais.

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Governo vai iniciar novo procedimento para atualização salarial através de portaria

  • Lusa
  • 31 Dezembro 2019

Atualização salarial dos trabalhadores que não estão cobertos pela negociação coletiva vai passar a ser feita todos os ano. Processo era feito de três em três anos.

O Governo assumiu o objetivo de realizar todos os anos a atualização salarial dos trabalhadores que não têm hipótese de serem cobertos pela negociação coletiva, processo que deve ser concluído no final do primeiro semestre de cada ano.

“Com este Governo, o nosso trabalho e o nosso esforço será para que todos os anos, sempre que as condições do mercado o permitirem, passar este processo mais para o primeiro semestre, para que passam mais cedo no ano também estes trabalhadores sentirem os benefícios da regulamentação coletiva de trabalho e, em particular, dos aumentos salariais que justificarem”, afirmou o secretário de Estado Adjunto, do Trabalho e da Formação Profissional, Miguel Cabrita.

Em causa estão as portarias das condições de trabalho, um instrumento que garante ao Estado promover a melhoria das condições de trabalho dos trabalhadores que não têm hipótese de serem cobertos pela negociação coletiva, porque não há associações de empregadores para negociar,

Em declarações à Lusa, Miguel Cabrita destacou como “mais relevante” a portaria das condições de trabalho dos trabalhadores administrativos, que estão disseminados por diferentes setores de atividade e que não tem, propriamente, uma negociação coletiva.

Na última década, este processo era feito “aproximadamente de três em três anos”, mas o governo decidiu realizar nos últimos dois anos em 2018 e em 2019 e “em 2019 foi a primeira vez em muitos anos que houve uma portaria de condições de trabalho em dois anos seguidos”, disse o secretário de Estado.

Dirigida aos trabalhadores administrativos do setor privado, que desempenham funções em setores de atividade para os quais não existe associação de empregadores, que serão “mais de 90 mil, perto de 100 mil trabalhadores”, o Governo avançou com aumentos de 3,7% sobre as retribuições mínimas, segundo a portaria publicada hoje no Diário da República.

“O aumento médio é de 3,7%, sendo que não é igual para todos. As categorias que têm remunerações mais baixas têm aumentos acima dos 5%”, indicou o governante, explicando que estes aumentos salariais estão, também, em linha com a dinâmica de mercado, uma vez que os dados dos últimos 12 meses do ano apontam para aumentos salariais na ordem dos 3%.

Reconhecendo que o aumento médio de 3,7% sobre as retribuições mínimas previstas para os trabalhadores administrativos “está um pouco acima da média de mercado”, Miguel Cabrita sustentou que muitos destes trabalhadores estão nas categorias mais baixas, portanto “era importante, também, que estes trabalhadores possam continuar a ter um aumento salarial que os coloque acima do salário mínimo”

“Porque muitas destas categorias estão próximas ou estão até apanhadas pelo salário mínimo, o que queremos impedir”, reforçou.

De acordo com o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, a atualização da portaria das condições de trabalho aplica-se a “trabalhadores do setor privado, que desempenham funções como analista de informática, caixa, técnico de estatística, vigilante, inspetor administrativo, entre várias outras”.

Além do aumento das retribuições mínimas, estes trabalhadores vão beneficiar de uma atualização do subsídio de refeição de 4,50 euros para 4,80 euros, o que representa um aumento de 6,7%, determinou o Governo.

“As atualizações salariais referidas, e que abrangem os trabalhadores no território continental, têm retroativos ao dia 01 de julho de 2019”, informou fonte do Ministério do Trabalho, numa nota à comunicação social.

O salário mínimo em Portugal vai aumentar para os 635 euros em 01 de janeiro de 2020 face ao valor de 600 euros praticado este ano.

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Lisboa ganhou mais de 10%, mas foi uma das piores da Europa. Quem brilhou e quem afundou?

O índice de referência nacional registou um ano melhor que o anterior, mas não conseguiu superar 2017. Ficou também entre as praças europeias que registaram menores ganhos.

O verde dominou os mercados acionistas em 2019, ano que fecha com uma valorização de 10,2% para o índice português PSI-20. Foi um ano melhor que 2018 (quando a bolsa tinha caído 12%), mas ficou aquém do ano anterior. O PSI-20 foi também um dos europeus que menos somou em 2019.

Apesar de ter fechado a última sessão do ano no vermelho (com uma perda de 0,43% para 5.214,14 pontos), o acumulado do ano foi positivo para o índice. A estabilidade política e equilíbrio orçamental no país uniram-se a uma conjuntura internacional favorável (nomeadamente com a diminuição dos receios com guerra comercial ou Brexit) para impulsionar as ações.

O ano de 2019 foi um ano de recuperação para os mercados de ações, o PSI-20 não foi exceção, registando uma valorização em torno de 10%, eliminando as perdas de 2018, mas ficando ainda aquém dos valores de final de 2017″, explica Carlos Almeida, diretor de investimentos do Best, ao ECO.

“No entanto, atendendo à natureza e especificidades do mercado nacional, é importante considerarmos a componente dos dividendos: se levarmos em linha de conta o reinvestimento dos dividendos, a valorização de 2019 é superior a 15%“, refere.

PSI-20 fecha próximo dos níveis de 2017

Jerónimo Martins foi a estrela

A liderar os ganhos esteve a Jerónimo Martins, que valorizou 41,83% em 2019, apesar de ter recuado 1,51% para 14,66 euros por ação na última sessão e de ter vivido um ano de turbulência na Polónia devido a mudanças legislativas e a suspeitas de incumprimento de práticas de concorrência.

No total, seis cotadas tiveram valorizações acima do índice: a EDP Renováveis (35%) e a EDP (26,73%) — cujo ano ficou marcado pela morte da OPA pelo acionista China Three Gorges –, bem como a Corticeira Amorim (25,56%), a Mota-Engil (16,15%), a Sonae (12,35%) e a REN (11,75%).

Entre os “pesos pesados” que fecharam no verde, esteve ainda a Galp Energia, que subiu 8,01%. Os CTT, que chegaram mesmo a negociar num mínimo histórico abaixo de dois euros, acabaram por recuperar e fechar o ano com uma subida de 8,28%.

BCP teve mesmo um ano difícil

As cotadas dos setores do papel e pasta de papel, que tinham sido as estrelas de 2018, corrigiram, em parte devido ao impacto da incerteza no dólar. A Semapa ganhou 4,73% no ano, enquanto a Navigator cedeu mesmo 0,33% e a Altri recuou 2,07%. Mas foi a Pharol a cotada que mais caiu em 2019, com um tombo de 39%, enquanto a F. Ramada resvalou 22,13%.

O BCP também pesou no PSI-20, com uma queda de 11,63%, para a qual contribuíram os juros em mínimos históricos do Banco Central Europeu e a multa da Autoridade da Concorrência. Em setembro, o CEO Miguel Maya dizia ao ECO que este estava a ser um ano “mais difícil do que aquele que tínhamos perspetivado quando fizemos o orçamento“. E o desempenho em bolsa refletiu isso mesmo.

Lisboa aquém da Europa

Penalizado por estas cotadas, “a performance do índice de referência do mercado de ações português ficou aquém dos seus pares europeus: o caso do Stoxx 50 — não considerando o efeito de dividendos — termina com um ganho de 25%, um valor superior a 15 pontos percentuais quando comparado com o índice nacional”, lembrou ainda Carlos Almeida, do Best.

O Stoxx 600 ganhou 23%, na maior subida anual desde 2009, com as blue chips a dispararem mesmo para o valor mais elevado desde 1999. Já o francês CAC 40 subiu 26% também para máximos de duas décadas, enquanto o alemão DAX ganhou 25,5% (o máximo desde 2012). O espanhol IBEX 35 somou 12% (o maior ganho desde 2013) e o britânico FTSE 100 ganhou igualmente 12% (mas neste caso é a maior subida desde 2016).

(Notícia atualizada às 13h30)

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Aeroporto de Faro marca recorde em ano de crescimento do turismo

  • Lusa
  • 31 Dezembro 2019

O Aeroporto de Faro recebeu este ano um total de nove milhões de passageiros, número que representa um aumento de tráfego de um milhão de passageiros entre 2017 e 2019, anuncia a ANA.

O Aeroporto de Faro processou este ano um total de nove milhões de passageiros, número que representa um aumento de tráfego de um milhão de passageiros entre 2017 e 2019, anunciou esta terça-feira a ANA Aeroportos de Portugal.

Em comunicado, a empresa que gere os aeroportos portugueses classificou este valor como “um marco”, sublinhando que é atingido “pela primeira vez” e que resulta das sinergias entre os parceiros, entidades e comunidade aeroportuária.

Segundo a ANA, todos estes intervenientes têm-se empenhado em “garantir diariamente a melhoria da acessibilidade aérea na região do Algarve e um serviço de qualidade aos passageiros”, lê-se na nota.

A empresa salientou ainda os recentes investimentos realizados naquela infraestrutura “para aumentar a capacidade de processamento de passageiros, requalificar e remodelar o terminal”.

Por outro lado, indicou, o facto de ter atingido os nove milhões de passageiros também é resultante do reforço da “cooperação estratégica com as várias entidades em favor do desenvolvimento regional e do setor turístico” da região.

“O Aeroporto de Faro tem sido nas últimas três décadas catalisador do desenvolvimento regional e nacional, o que lhe permite afirmar-se como a principal porta de entrada na região”, concluiu.

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Estes headphones carregam com luz do sol ou artificial

A JBL lançou uma campanha de crowdfunding para desenvolver uns headphones alimentados por luz solar ou artificial. Com 1 hora e meia de luz é possível ouvir cerca de 68 horas de música.

A JBL lançou uma campanha no Indiegogo para financiar os JBL Reflect Eternal, uns headphones que têm a particularidade de poderem ser recarregados tanto através de luz solar como de luz artificial.

De acordo com a marca, são necessárias apenas duas horas de exposição a qualquer um dos tipo de luz para os headphones ficarem totalmente recarregados. Por exemplo, se o utilizador passar diariamente cerca de uma hora e meia ao ar livre consegue ter uma capacidade de aproximadamente 68 horas de reprodução.

A campanha de crowdfunding está a decorrer, terminando em janeiro de 2020. Com o dinheiro angariado a JBL vai desenvolver o primeiro protótipo funcional.

A produção em massa está prevista para o mês de agosto. Passados dois meses, em outubro de 2020, começará a ser distribuída por todos aqueles que financiaram este novo produto da marca, avança o El Mundo (acesso livre).

Quem colaborar no desenvolvimento do produto poderá adquirir os headphones JBL Reflect Eternal por um preço de 88 euros, consideravelmente menos que os 148 que estes auscultadores vão custar quando chegarem ao mercado.

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Rafael Nadal é a nova cara do Banco Santander

Rafael Nadal assinou um acordo de "longo prazo" com o Banco Santander, tornando-se na mais recente "cara" do banco espanhol. O desportista representará o banco em Espanha, bem como noutros países.

O famoso tenista Rafael Nadal é o novo embaixador do Banco Santander. O desportista espanhol assinou um acordo “de longo prazo” com a entidade liderada por Ana Botín e representará o banco em várias campanhas e eventos em Espanha e não só, a partir do próximo ano.

“Rafael Nadal regressa a casa. É um dos melhores atletas do mundo e o melhor atleta espanhol da história, mas também tem algo muito importante para mim: tem valores que partilhamos no Santander”, afirmou Ana Botín, presidente do Santander, no vídeo de apresentação, destacando o “espírito vencedor” do atleta.

Aquando da apresentação da “nova cara”, o tenista atualmente classificando como número um no ATP, diz estar “muito feliz por regressar à família Santander”, assinalando o privilégio de ter a oportunidade de “partilhar o espírito vencedor e o esforço diário” para atingir os objetivos pretendidos.

“É muito emocionante partilhar novamente o espírito vencedor e os valores do esforço diário e da vontade de lutar para alcançar as metas que estabelecemos. E, é claro, mostrar que a forma como atingimos os nossos objetivos é tão importante como alcançá-los”, atira.

Considerado o melhor atleta espanhol de todos os tempos e um dos melhores do mundo, Nadal, que já teve ligado ao grupo através de uma parceria com o Banesco — banco extinto em 2013 e cuja participação era detida em grande parte pelo Santander –, já ganhou 19 GrandSlam, cinco Taças Davis, uma medalha de ouro olímpica e o prémio Príncipe da Astúrias. O Banco Santander emprega mais de 200 mil pessoas em todo o mundo, tem mais de 144 milhões de clientes e mais de quatro milhões de acionistas.

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